Como é feita a concordância verbal com o verbo parecer?

A concordância verbal com o verbo parecer pode ser feita de diferentes formas.

Quando o verbo “parecer” antecede um infinitivo, é possível flexionar qualquer um dos dois verbos.

Por exemplo:

  • As flores parecem morrer.
  • As flores parece morrerem.

O primeiro exemplo, com o verbo “parecer” flexionado, é o mais usual entre os falantes. A segunda opção, com o infinitivo flexionado, é menos comum e mais literária.

Quando “parecer” ocorre em uma oração desenvolvida, fica no singular.

Por exemplo:

  • As flores parece que morreram.

Em alguns casos, a concordância verbal pode ser uma escolha estética. Coloque seu conhecimento em verso e experimente criar poemas de diferentes estilos com o Quillbot.

Read this FAQ: Como é feita a concordância verbal com o verbo parecer?

Qual é a diferença entre concordância verbal e nominal?

Concordância nominal e verbal são relações estabelecidas entre diferentes categorias gramaticais.

A concordância verbal é a relação criada entre o verbo e o sujeito da sentença no que se refere a pessoa e número.

Por exemplo:

  • Laura e eu compramos uma casa.

Nesse exemplo, o sujeito “Laura e eu” determina que o verbo “comprar” esteja na 1ª pessoa do plural.

A concordância nominal é a relação que se forma entre o substantivo e os elementos que se ligam a ele.

Por exemplo:

  • Joana considera os alunos muito espertos.

Aqui, o artigo “os” (adjunto adnominal) e o adjetivo “espertos” (predicativo do objeto) concordam em gênero e número com o nome “alunos”.

Se alguns casos de concordância verbal e nominal ainda geram dúvida, use o corretor de texto gratuito do Quillbot.

Read this FAQ: Qual é a diferença entre concordância verbal e nominal?

Como é feita a concordância verbal com a expressão haja vista?

Em geral, a expressão haja vista permanece invariável, ou seja, no singular, independentemente do número do substantivo que a segue.

Por exemplo:

  • O Congresso retirou a proposta, haja vista o grande número de protestos.
  • Haja vista os últimos acontecimentos, decidimos adiar a reunião.

Algumas gramáticas normativas aceitam também, nessa expressão, a concordância do verbo “haver” no plural.

Por exemplo:

  • Hajam vista as publicações do autor.

Nesse caso, considera-se como sujeito “as publicações do autor”, e o verbo “haver” concorda com ele.

Embora aceita por alguns gramáticos, o uso da expressão no plural, “hajam vista”, não é comum.

Para garantir um texto sem erros de concordância verbal, use o corretor de texto gratuito do Quillbot.

Read this FAQ: Como é feita a concordância verbal com a expressão haja vista?

Sujeito indeterminado e oração sem sujeito são a mesma coisa?

Não, sujeito indeterminado e oração sem sujeito não são a mesma coisa.

O sujeito indeterminado existe, embora não esteja explícito na sentença. Já em uma oração sem sujeito, ele não existe.

Por exemplo:

  • Chove muito.
  • Faz dois anos desde o dia em que nos conhecemos.

Esses são exemplos de orações sem sujeito, pois o conteúdo dos verbos impessoais “chover” e “fazer” não pode ser atribuído a ninguém.

  • Disseram que o preço da passagem aumentou.
  • Precisa-se de funcionários.

Já nesses exemplos, embora o sujeito não esteja expresso, ele existe. Ou seja, existe alguém que disse que “o preço da passagem aumentou” e existe alguém (ou alguma empresa) que “precisa de funcionários”.

Se você estiver estudando sobre os tipos de sujeito, peça para o Chat IA gratuito do Quillbot montar um cronograma para estruturar seus objetivos.

Read this FAQ: Sujeito indeterminado e oração sem sujeito são a mesma coisa?

Oração sem sujeito e sujeito oculto são a mesma coisa?

Não, oração sem sujeito e sujeito oculto não são a mesma coisa.

Em ambos os casos, o sujeito não aparece expresso na sentença, mas:

  • Em uma oração sem sujeito, o sujeito não existe (é também chamado de sujeito inexistente).
  • Em uma oração com sujeito oculto, o sujeito não está explícito, mas pode ser recuperado pelo contexto ou pela desinência verbal.

Por exemplo:

  • duas almofadas no sofá.
  • Amanheceu.

Esses são exemplos de orações sem sujeito, ou com sujeito inexistente, pois são formadas a partir de verbos impessoais.

  • Pintei o muro de azul.
  • João acordou e desligou o despertador.

Esses são exemplos de sentenças com sujeito oculto. No primeiro, o sujeito de “pintar” é identificado pela flexão do verbo em 1ª pessoa do singular (ou seja, o sujeito é “eu”). No segundo exemplo, o sujeito do verbo “desligar” é o mesmo de “acordar” na sentença anterior (“João”).

Se você estiver estudando sobre os tipos de sujeito, peça para o Chat IA gratuito do Quillbot montar um cronograma para estruturar seus objetivos.

Read this FAQ: Oração sem sujeito e sujeito oculto são a mesma coisa?

Como se diz porque ou por que em inglês?

Nas estruturas interrogativas de causa do inglês, “por que” (separado) é equivalente à forma “why” e ocorre, em geral, nos mesmos contextos.

Por exemplo:

  • Por que você perdeu o início da aula?
  • Why did you miss the beginning of class?
  • Gostaria de saber por que você perdeu o início da aula.
  • I would like to know why you missed the beginning of class.
  • Esta é a razão por que eu perdi o início da aula.
  • This is the reason why I missed the beginning of class.
  • Você perdeu o início da aula e eu não sei por quê.
  • You missed the beginning of class and I don’t know why.

Já “porque” (junto e sem acento) tem o mesmo significado de “because” e é usado, em geral, nos mesmos contextos.

Por exemplo:

  • Eu perdi o início da aula porque perdi o ônibus.
  • I missed the beginning of class because I missed the bus.

Se na hora de escrever você estiver em dúvida com relação ao uso dos porquês em inglês, use o tradutor gratuito do Quillbot

Read this FAQ: Como se diz porque ou por que em inglês?

Descubra porque ou por que: qual é o correto?

Tanto descubra por que quanto descubra porque estão corretos, mas têm significados diferentes.

  • Descubra, porque eu não vou ajudar você!

Nesse exemplo, “porque eu não vou ajudar você” serve de explicação para a sentença anterior, “descubra”. A oração pode ser parafraseada por:

  • Como eu não vou poder ajudar você, terá que descobrir sozinho.

A outra opção também é possível:

  • Descubra por que essa série faz tanto sucesso.

Mas, aqui, “por que essa série faz tanto sucesso” é o que deve ser descoberto. Essa sentença pode ser parafraseada por:

  • Descubra por que motivo essa série faz tanto sucesso.

Entendeu a regra, mas não tem certeza se aplicou direitinho? O corretor de texto do Quillbot revisa o seu texto e aponta o que precisa de ajuste.

Read this FAQ: Descubra porque ou por que: qual é o correto?

Não sei porque ou por que: qual é o correto?

Tanto não sei porque quanto não sei por que estão corretos, mas têm significados diferentes.

  • Não sei, porque não estudei.

Nesse exemplo, “porque não estudei” serve de explicação para a sentença anterior, “não sei”. Ou seja, eu não ter estudado é o motivo de eu não saber.

  • Não sei por que não estudei.

Já nesse exemplo, “por que não estudei” é o complemento do verbo “saber”. Ou seja, eu não sei por que motivo eu não estudei.

  • Não sei por quê.

Quando ocorre no final da sentença, a única opção possível é “por quê”. Escreve-se separado, pois é sinônimo de “por que motivo” e com acento por vir no final da sentença.

Entendeu a regra, mas não tem certeza se aplicou direitinho? O corretor de texto do Quillbot revisa o seu texto e aponta o que precisa de ajuste.

Read this FAQ: Não sei porque ou por que: qual é o correto?

É predicado do sujeito ou predicativo do sujeito?

O termo correto é predicativo do sujeito, não predicado do sujeito.

Predicativo do sujeito é o termo que atribui uma característica ao sujeito por intermédio de um verbo de ligação.

Por exemplo:

  • Ele parece triste.

Nessa sentença, “triste” é o predicativo do sujeito.

Se você tiver outras dúvidas sobre conceitos gramaticais, como predicado e predicativo do sujeito, pergunte ao Chat IA gratuito do Quillbot.

Read this FAQ: É predicado do sujeito ou predicativo do sujeito?