Não há diferença entre os termos “pronome pessoal do caso reto” e “pronome pessoal reto”.
Ambos são sinônimos e se referem a pronomes pessoais que ocupam, principalmente, a posição de sujeito da oração:
- Vânia entrou na sala de aula. = Ela entrou na sala de aula.
Se quiser revisar o uso do pronome pessoal do caso reto no seu texto, utilize o corretor de texto do Quillbot.
Read this FAQ: Qual a diferença entre pronome pessoal do caso reto e pronome pessoal reto?
Na posição de sujeito, a tradução dos pronomes pessoais do português para o espanhol é:
- Yo (eu)
- Tú (você)
- Él/Ella/Ello/Usted (ele/ela)
- Nosostros/Nosotras (nós)
- Vosotros/Vosotras (vocês)
- Ellos/Ellas/Ustedes (eles/elas)
Na posição de objeto, a tradução dos pronomes pessoais oblíquos átonos é:
- Me (me/mim)
- Te (te/ti)
- Lo/La/Le/Se (o/ele/a/ela/lhe)
- Nos (nos/nós)
- Os (vos/vós)
- Los/Las/Les/Se (os/eles/as/elas/se/si/lhes).
Se quiser revisar o uso dos pronomes pessoais, utilize o corretor de texto gratuito do Quillbot.
Read this FAQ: Quais são os pronomes pessoais em espanhol?
Na sua origem, “você” foi um pronome de tratamento e ainda é tratado assim pela gramática tradicional.
“Você” foi o resultado da redução do pronome de tratamento “Vossa Mercê” na língua falada.
Um possível percurso filológico é:
- Vossa Mercê > vossemecê > vosmecê > vosm’cê > voscê > você > ocê > cê
Atualmente, incluem-se até as formas “ocê” e “cê” na oralidade.
Por ser um pronome de tratamento, “você” concorda com a forma verbal de 3ª pessoa, apesar de indicar com quem se fala (2ª pessoa).
No português brasileiro, “você” perdeu o seu valor de respeito, formalidade e polidez e passou a funcionar como a 2ª pessoa do sistema pronominal.
Em alguns locais, ainda se usa na língua falada o “tu” com a forma verbal de 2ª pessoa, ou seja, que concorda com o “tu”.
Na maior parte do Brasil, há preferência pela forma verbal que concorda com “você”, 3ª pessoa, na oralidade, mesmo quando se usa o “tu”.
- Tu anda muito ocupado. (língua falada)
Se quiser revisar o uso dos pronomes pessoais nos seus textos, utilize o corretor de texto gratuito do Quillbot.
Read this FAQ: Você é pronome pessoal?
O pronome pessoal apenas informa a pessoa do discurso, já o pronome de tratamento trata a pessoa com quem se fala com respeito, formalidade ou título.
- Você é uma pessoa justa. (Qualquer pessoa)
- Vossa excelência é uma pessoa justa. (Um juiz)
Se quiser verificar a ortografia correta dos pronomes pessoais, utilize o corretor ortográfico gratuito do Quillbot.
Read this FAQ: Qual é a diferença entre pronomes pessoais e pronomes de tratamento?
Na posição de sujeito, a tradução dos pronomes pessoais do português para o inglês é:
- I (eu)
- You (você)
- He/She/It (ele/ela)
- We (nós)
- You (vocês)
- They (eles/elas)
Na posição de objeto, a tradução é:
- Me (me/mim)
- You (te/ti)
- Her/Him/It (o/ele/a/ela/lhe)
- Us (nos/nós)
- You (vos/vós)
- Them (os/eles/as/elas/se/si/lhes).
O pronome de 1ª pessoa do inglês, “I”, sempre vem em letra maiúscula.
As tradições gramaticais dos pronomes pessoais em português e inglês são um pouco diferentes.
No português, incluem-se apenas os pronomes que ocupam posição de sujeito e objeto do verbo.
No inglês, além destes, incluem-se os pronomes possessivos.
Se quiser revisar o uso dos pronomes pessoais, utilize o corretor de texto gratuito do Quillbot.
Read this FAQ: Quais são os pronomes pessoais em inglês?
Não há diferença entre os termos “pronomes pessoais oblíquos” e “pronomes pessoais do caso oblíquo”.
Ambos são sinônimos e se referem aos pronomes que ocupam posição de objeto do verbo, também referido na gramática como caso oblíquo.
- Eu vi o Pedro na rua. = Eu o vi na rua.
- Nós gostamos de literatura. Nós a estudamos sempre.
Revise o seu uso dos pronomes pessoais com o corretor de texto gratuito do Quillbot.
Read this FAQ: Qual é a diferença entre pronomes pessoais oblíquos e pronomes pessoais do caso oblíquo?
Um pronome demonstrativo que indica semelhança é aquele que aponta para algo semelhante a outro elemento já citado, como comparação ou referência por similaridade.
Há algumas palavras que podem assumir função de pronome demonstrativo que indicam semelhança, como “tal” “tais”, “mesmo”, “próprio” e “semelhante”.
“Tal” e “tais” são as duas principais e também podem ser chamados de pronomes demonstrativos de semelhança quando assumem essa função.
Alguns exemplos são:
- Ela demonstrou coragem. Tal atitude merece respeito.
“Tal atitude” indica a atitude semelhante à coragem mencionada antes.
- Eles criticaram o projeto. Tais observações foram injustas.
“Tais observações” se refere às observações semelhantes às críticas anteriores.
“Tal/Tais” atua como pronome demonstrativo quando substitui ou acompanha um substantivo com valor de apontamento e semelhança.
Se quiser revisar o uso do pronome demonstrativo, utilize o corretor de texto gratuito do Quillbot.
Read this FAQ: Qual pronome demonstrativo que indica semelhança?
Pronome demonstrativo indica a posição de algo em relação às pessoas do discurso, no espaço, no tempo ou no próprio texto, como “este”, “esse” e “aquele”.
Pronome possessivo mostra a posse ou pertencimento de algo em relação às pessoas do discurso, como “meu”, “teu”, “seu”, “nosso”, “vosso” e “seus”.
As pessoas do discurso são quem fala, com quem se fala e de quem ou do que se fala e são definidas como 1ª, 2ª e 3ª pessoa.
Por exemplo:
- Esta caneta na minha mão não funciona mais.
O demonstrativo “esta” indica a posição da caneta no espaço, perto da pessoa que fala, ou seja, a 1ª pessoa do discurso.
- A minha caneta não funciona mais.
O possessivo “minha” mostra que a caneta pertence à pessoa que fala, à 1ª pessoa do discurso.
Revise o uso do pronome demonstrativo utilizando o corretor de texto do Quillbot.
Read this FAQ: Qual é a diferença entre pronome possessivo e demonstrativo?
Usa-se crase antes de pronome relativo, quando o verbo ou nome pede a preposição “a” diante dos pronomes demonstrativos: “aquele”, “aquela”, “aqueles” e “aquelas”.
- Obedeci àquele professor por respeito.
O verbo “obedecer” pede a preposição “a”.
- A aproximação àquela cultura foi gradual.
O substantivo “aproximação” exige preposição “a”.
- Ele é totalmente contrário àqueles princípios antigos.
O adjetivo “contrário” pede a preposição “a”.
- Dirigi-me àquelas mulheres com respeito.
O verbo “dirigir-se” necessita da preposição “a”.
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Read this FAQ: Quando se usa crase antes de pronome demonstrativo?
A crase é usada antes de um pronome relativo quando o verbo ou nome da oração subordinada exige a preposição “a” e o pronome relativo começa com o artigo definido feminino.
- A cidade à qual me referi é histórica.
- O quadro
à qual me referi é belíssimo.
Logo, como no exemplo anterior, a crase não deve ser utilizada antes de pronomes relativos masculinos.
- As razões às quais se opôs eram inválidas.
- A amiga
à quem gosto muito não veio.
E, assim como no último exemplo, a crase não deve ser utilizada se o verbo pede outra preposição. No caso, o verbo gostar pede a preposição “de” e não “a”.
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Read this FAQ: Quando se usa crase antes de pronome relativo?